#COZINHATRANSFORMATIVA

o conceito

foi do meu trabalho que surgiu, organicamente, a abordagem a um outro modus operandi na cozinha.

a proposta é simples: uma cozinha focada na sua capacidade, não de transformar aquelus com quem interage, mas de dotar essas pessoas de outras ferramentas que lhes sirvam para transformar a sua realidade autonomamente

acredito numa construção coletiva do amanhã baseada na solidariedade e autodeterminação: como o FUNCHO é o projeto de uma pessoa trans não binária, esse princípio, sólido e genuíno, é um foco natural, transversal a toda a minha atividade

“cozinha transformativa
é aquela que tem o poder
de transformar quem a faz”

porque, para além de uma cozinha vegan cheia de sabor e respeito pela gastronomia local e do mundo, o FUNCHO é uma plataforma para trabalhar ativamente de modo a provar que #comidaéconforto quando a abordagem à cozinha é transformativa

e se encher a barriguinha também é sobre abraçar o coração, ao cozinhar — e criar conteúdo — para vocês espero gerar um espaço de cuidado cooperativo e aprendizagem mútua!

Bá de Sá | FUNCHO

o meu compromisso: explorar os caminhos do autocuidado e revisitar os modos de cuidado interpessoal fez com que o processo curativo de reconectar com a alimentação e com o trabalho doméstico de alimentar partisse de dentro para fora

porquê uma cozinha vegana?

cuidar do planeta começa por ver a vida como um todo; e por colocar a vida — ou melhor, todas as vidas— em primeiro plano