
vegan
sem quaisquer produtos de origem animal, ou melhor, sem sofrimento nem exploração animal
cuidar do planeta começa por ver a vida como um todo; e por colocar a vida — ou melhor, todas as vidas — em primeiro plano
Talvez também reconheças o impacto ambiental da indústria pecuária, compreendendo a comodificação da Natureza e, tal como nós, tenhas partido de uma base empática para optar por uma cozinha vegana…
ou talvez estejas, por isso, a considerar fazê-lo!
Cozinhar vegan de raíz foi a escolha imediata quando o FUNCHO brotou!
Mas não é apenas pela libertação animal:
a interligação da luta antiespecista com as lutas antiracista e anticapacitista é evidente quando compreendemos a separação que o sistema capitalista estabelece entre a humanidade e o meio,
como se estes fossem dissociáveis da mesma forma, a estrutura de privilégio da branquitude elitiza os conhecimentos e bens alimentares, cooptando técnicas e saberes populares e explorando o cuidado em nome de um lucro nefasto.

como a nossa cozinha surge de um ímpeto de autodeterminação e emancipação transfeminista, para as nossas práticas, inspiramo-nos nas propostas do
veganismo popular
movimento político de bases, sulamericano e periférico que, face ao elitismo da capitalização do veganismo, questiona as estruturas de dominação sustidas pelo sistema alimentar (tais como a distribuição dos recursos, a relação com o ecossistema e, sobretudo, o apagamento e/ ou apropriação cultural das cozinhas de tradição subalterna e indígena à base de vegetais) e propõe alternativas que garantam a acessibilidade a uma alimentação vegana a toda a gente
Título do artigo:
porquê uma cozinha vegana?
por Bá de Sá

Tempo de leitura:
6 minutos
5 dicas para um veganismo transformativo:





modelo consumista

sempre que possível


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